Trecho do (ótimo) artigo "O meu jornal diário", retirado do NYT/Folha SP, domingo, 29 de março de 2009.
"(...) em geral, não desejamos realmente informações confiáveis, e sim as que confirmem nossas ideias preconcebidas. Podemos acreditar intelectualmente no valor do choque de opiniões, mas na prática gostamos de nos encerrar no útero tranquilizador de uma câmara de ecos." NICHOLAS D. KRISTOF
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft2903200908.htm
Domingo, Março 29, 2009
Eddie em Sampa e Orquestra Popular da Bomba do Hemetério
postado por AD Luna
E lá se vão quase vinte anos!
Houve um tempo em o povo do rock da ponte Recife/Olinda se encontrava no já falecido Pocoloco Pub, localizado na cidade vizinha à capital pernambucana. O Eddie era uma das bandas que mais tocavam espaço.
Hoje, depois de idas e vindas, mudanças na formação, a banda parece ter atingido a estabilidade necessária para continuar criando e tocando e pelo Brasil afora.
Em 2008, os rapazes lançaram o elogiado "Carnaval no Inferno". No Mão na Massa vocês conferem os bastidores do show que marcou o lançamento do álbum em São Paulo, lá no SESC Pompéia.
Neste programa você também confere perfil da sensacional Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, cujo comando está nas mãos do maestro Forró.
Divirtam-se
E lá se vão quase vinte anos!
Houve um tempo em o povo do rock da ponte Recife/Olinda se encontrava no já falecido Pocoloco Pub, localizado na cidade vizinha à capital pernambucana. O Eddie era uma das bandas que mais tocavam espaço.
Hoje, depois de idas e vindas, mudanças na formação, a banda parece ter atingido a estabilidade necessária para continuar criando e tocando e pelo Brasil afora.
Em 2008, os rapazes lançaram o elogiado "Carnaval no Inferno". No Mão na Massa vocês conferem os bastidores do show que marcou o lançamento do álbum em São Paulo, lá no SESC Pompéia.
Neste programa você também confere perfil da sensacional Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, cujo comando está nas mãos do maestro Forró.
Divirtam-se
Sábado, Março 28, 2009
RIDICULARIZAÇÃO NA MÚSICA
QUALQUER BANDA, ARTISTA OU ESTILO MUSICAL É RIDICULARIZÁVEL. TUDO DEPENDE DA CAPACIDADE DE RIDICULARIZAÇÃO DO RIDICULARIZADOR!
Os jornalistas musicais e o mito da objetividade:
Quando uma banda que não gostamos toca músicas ao vivo iguais às versões de estúdio, dizemos que isso é chato; mas, quando um grupo que adoramos faz o mesmo dizemos que são eles "tecnicamente impecáveis".
Segunda-feira, Março 23, 2009
Fabio Ribeiro e Remove Silence no Mão na Massa
Tecladista da banda de Andre Matos, o músico Fabio Ribeiro é destaque deste Mão na Massa. No semanal, Ribeiro fala de suas técnicas e da importância do teclado na sonoridade de uma banda. Assista também ao perfil do grupo Remove Silence, outro dos trabalhos do músico.
Sexta-feira, Março 20, 2009
DJs Patife e Dolores no Mão na Massa
O renomado DJ Patife é o convidado desta edição do Mão na Massa. Ao lado de DJ Marky, Patife é fundamental quando o assunto é drum’n’bass. Envolvido em uma série de projetos musicais, o DJ fala ao programa sobre as mudanças na cena eletrônica e dá dicas de equipamentos e softwares de edição. O Mão na Massa também destaca o DJ Dolores. Assista
Segunda-feira, Março 16, 2009
Iron Maiden: show emociona, mas público sofre com desorganização
postado por AD Luna - adluna@showlivre.com
“Ainda bem que o público do metal é, geralmente, muito pacífico!”
Essa era a frase que mais vinha à cabeça desse repórter ao percorrer a via-crucis da saída do ótimo show do Iron Maiden, realizado domingo (15/03), em São Paulo, no longíquo Autódromo de Interlagos.
A organização fez o público sofrer no início, durante e depois do evento, que reuniu 63 mil pessoas – recorde de público da banda, fora apresentações em festivais. Não dá pra entender por que foram disponibilizadas apenas duas vias de acesso, num lugar tão gigantesco como Interlagos.
No fim da tarde e início da noite, a chuva prejudicou parte da estrutura do show e transformou o solo num mar de lama escorregadio e incômodo. Na saída, a maioria do público precisou andar a passos lentos e espremido por uma via que mais parecia um funil. Caso houvesse algum tumulto, as conseqüências poderiam ter sido gravíssimas.
O SHOW
Durante o show realizado há um ano, no estádio do Parque Antárctica, o carismático vocalista Bruce Dickinson afirmou que a banda voltaria com cenário e efeitos mais sofisticados. Bem, a chuva prejudicou alguns desses efeitos. Mas, e daí? Se o Iron Maiden tocasse apenas com um pano de fundo pintado à mão, é praticamente certo que os fãs iriam curtir do mesmo jeito, tal é a devoção desses pela música e por todos os integrantes do grupo.
A banda passeou por repertório que incluiu “parte” dos clássicos dos anos 1980, além de “Fear of The Dark”, da década seguinte. A diferença em relação ao show na casa do Palmeiras ficou por conta da mudança de trechos do repertório. Nesse entraram “Phantom of the opera” e “Wratchild”, dos dois primeiros álbuns, “Children of Damned”, do disco The Number of The Beast e “The evil that men do”, do futurista Somewhere in Time.
A quantidade de hits do Maiden é tão grande, que eles poderiam até montar uma turnê “Somewhere Back in Time” alternativa (confira nossa sugestão de repertório paralelo ao final dessa reportagem).
Todos os refrões e passagens melódicas instrumentais eram entoados como gritos de guerra pelo povo. Bruce Dickinson consegue comandar o mar de gente como se estivesse numa pequena sala. Janick Gers, na banda desde 1990, reproduzia em dueto alguns dos solos de guitarra outrora executados apenas por Adrian Smith ou Dave Murray.
O batera Nicko McBrain, 56, é o maiden mais velho e mais festejado pelo público quando Dickinson apresenta a banda. Não é de se espantar: além de ótimo músico, o senhor Nicko é o rei da simpatia. Sempre bem-humorado e brincalhão.
Os anos 2000 tem sido bons para o Iron Maiden. Em 1999, Bruce Dickinson e Adrian Smith retornaram à banda. O disco de inéditas mais recente dos britânicos, “A Matter of Life And Death”, lançado em 2006, vendeu muito bem e chegou a ficar entre os primeiros da Billboard, ao lado de artistas com muito mais apelo pop e radiofônico.
O show em Interlagos se encerra com “Sanctuary”. Bruce informa que a banda deve voltar ao Brasil em dois anos, para a turnê de lançamento de um novo álbum de estúdio.
Diversão rock’n’roll garantida em 2011!
A Somewhere Back Time “Alternativa”
- Prowler
- Running Free
- Killers
- Murders in The Rue Morgue
- The Prisoner
- Flight of Icarus
- Revelations
- Flash of The Blade
- Losfer Words
- Heaven Can Wait
- Can I Play With Madness
“Ainda bem que o público do metal é, geralmente, muito pacífico!”
Essa era a frase que mais vinha à cabeça desse repórter ao percorrer a via-crucis da saída do ótimo show do Iron Maiden, realizado domingo (15/03), em São Paulo, no longíquo Autódromo de Interlagos.
A organização fez o público sofrer no início, durante e depois do evento, que reuniu 63 mil pessoas – recorde de público da banda, fora apresentações em festivais. Não dá pra entender por que foram disponibilizadas apenas duas vias de acesso, num lugar tão gigantesco como Interlagos.
No fim da tarde e início da noite, a chuva prejudicou parte da estrutura do show e transformou o solo num mar de lama escorregadio e incômodo. Na saída, a maioria do público precisou andar a passos lentos e espremido por uma via que mais parecia um funil. Caso houvesse algum tumulto, as conseqüências poderiam ter sido gravíssimas.
O SHOW
Durante o show realizado há um ano, no estádio do Parque Antárctica, o carismático vocalista Bruce Dickinson afirmou que a banda voltaria com cenário e efeitos mais sofisticados. Bem, a chuva prejudicou alguns desses efeitos. Mas, e daí? Se o Iron Maiden tocasse apenas com um pano de fundo pintado à mão, é praticamente certo que os fãs iriam curtir do mesmo jeito, tal é a devoção desses pela música e por todos os integrantes do grupo.
A banda passeou por repertório que incluiu “parte” dos clássicos dos anos 1980, além de “Fear of The Dark”, da década seguinte. A diferença em relação ao show na casa do Palmeiras ficou por conta da mudança de trechos do repertório. Nesse entraram “Phantom of the opera” e “Wratchild”, dos dois primeiros álbuns, “Children of Damned”, do disco The Number of The Beast e “The evil that men do”, do futurista Somewhere in Time.
A quantidade de hits do Maiden é tão grande, que eles poderiam até montar uma turnê “Somewhere Back in Time” alternativa (confira nossa sugestão de repertório paralelo ao final dessa reportagem).
Todos os refrões e passagens melódicas instrumentais eram entoados como gritos de guerra pelo povo. Bruce Dickinson consegue comandar o mar de gente como se estivesse numa pequena sala. Janick Gers, na banda desde 1990, reproduzia em dueto alguns dos solos de guitarra outrora executados apenas por Adrian Smith ou Dave Murray.
O batera Nicko McBrain, 56, é o maiden mais velho e mais festejado pelo público quando Dickinson apresenta a banda. Não é de se espantar: além de ótimo músico, o senhor Nicko é o rei da simpatia. Sempre bem-humorado e brincalhão.
Os anos 2000 tem sido bons para o Iron Maiden. Em 1999, Bruce Dickinson e Adrian Smith retornaram à banda. O disco de inéditas mais recente dos britânicos, “A Matter of Life And Death”, lançado em 2006, vendeu muito bem e chegou a ficar entre os primeiros da Billboard, ao lado de artistas com muito mais apelo pop e radiofônico.
O show em Interlagos se encerra com “Sanctuary”. Bruce informa que a banda deve voltar ao Brasil em dois anos, para a turnê de lançamento de um novo álbum de estúdio.
Diversão rock’n’roll garantida em 2011!
A Somewhere Back Time “Alternativa”
- Prowler
- Running Free
- Killers
- Murders in The Rue Morgue
- The Prisoner
- Flight of Icarus
- Revelations
- Flash of The Blade
- Losfer Words
- Heaven Can Wait
- Can I Play With Madness
Domingo, Março 15, 2009
Simone Sou e Jack DeJohnette no Mão na Massa
postado por AD Luna
Em nossa passagem pelo carnaval do Recife, conversamos com percussionista Simone Sou, que tocou com Junio Barreto, no palco do RecBeat.
Simone já tocou e toca com importantes nomes da música brasileira. Gente como Mutantes, Junio Barreto e Chico César, além de ter tocado com Itamar Assumpção.
O Mão na Massa traz também o perfil do baterista de jazz Jack DeJohnette. Aproveitando o ensejo, o baterista e professor Daniel Oliveira manda seu depoimento sobre o mestre:
"Jack De Johnette renovou e modernizou o estilo de Roy Haynes elevando a bateria de Jazz a um novo patamar! Com sua condução "loose" e apoiada nos quatro membros, faz com que músicas convencionais soem completamente imprevisíveis! Através do total controle dinâmico, no caso dele convém notar que este é tanto para cima quanto para baixo, aliado a uma técnica impecável, Jack consegue se mimetizar totalmente em qualquer estilo, gerando pressão e visceralidade ao mesmo tempo em que adota uma boa dose de lirismo e delicadeza em prol de uma interpretação superior. É como um pintor surrealista que imprime sua marca, impõe sua visão dos fatos e por fim, faz com que tudo o que toque soe Jack De Johnette! "
Em nossa passagem pelo carnaval do Recife, conversamos com percussionista Simone Sou, que tocou com Junio Barreto, no palco do RecBeat.
Simone já tocou e toca com importantes nomes da música brasileira. Gente como Mutantes, Junio Barreto e Chico César, além de ter tocado com Itamar Assumpção.
O Mão na Massa traz também o perfil do baterista de jazz Jack DeJohnette. Aproveitando o ensejo, o baterista e professor Daniel Oliveira manda seu depoimento sobre o mestre:
"Jack De Johnette renovou e modernizou o estilo de Roy Haynes elevando a bateria de Jazz a um novo patamar! Com sua condução "loose" e apoiada nos quatro membros, faz com que músicas convencionais soem completamente imprevisíveis! Através do total controle dinâmico, no caso dele convém notar que este é tanto para cima quanto para baixo, aliado a uma técnica impecável, Jack consegue se mimetizar totalmente em qualquer estilo, gerando pressão e visceralidade ao mesmo tempo em que adota uma boa dose de lirismo e delicadeza em prol de uma interpretação superior. É como um pintor surrealista que imprime sua marca, impõe sua visão dos fatos e por fim, faz com que tudo o que toque soe Jack De Johnette! "
Quinta-feira, Março 05, 2009
Andreas Kisser e Joe Satriani no Mão na Massa
Postado por Aline Lind
Para Joe Satriani, a inspiração é um mistério. Já para Andreas Kisser, ela tem de ser bem trabalhada e não surge do nada. "Sem um conceito você não faz nada", declara o guitarrista do Sepultura na matéria principal desta edição do Mão na Massa.
Na entrevista, Kisser comenta também o processo de criação do último disco da banda, A-Lex, que é inspirado no livro "A Laranja Mecânica" e os equipemantos utilizados nas gravações.
E não mencionamos Joe Satriani por acaso. O guitarrista virtuose é tema de um perfil - sua chance de rever imagens do show do G3 no Brasil. O mítico guitarrista Randy Rhoads, do Quiet Riot e da banda de Ozzy Osbourne, também passa por aqui. Sua criação em parceria com a Jackson, a guitarra RR3 Custom Randy Rhoads, é a nossa dica.
Assista e inspire-se!
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